Muito trabalho é dedicado ao design dos produtos que usamos todos os dias. De logotipos simples que representam nossas marcas a projetos arquitetônicos complexos e aplicativos de software, o processo de design é intricado. Seu objetivo é resolver problemas, criar produtos que os clientes vão adorar e chegar ao mercado mais rápido que a concorrência.
Se você gerencia uma equipe de design, trabalha como designer ou faz parte de uma equipe de designers, melhorar seu processo de criação é fundamental. Um processo de design bem desenvolvido ajuda a impulsionar a colaboração e reduzir problemas de carga de trabalho e recursos.
Mas descobrir como estabelecer ou melhorar um processo de design thinking pode ser complicado. Em primeiro lugar, o conceito pode parecer vago ou complexo. Talvez você nunca tenha visto um exemplo na vida real mostrando como isso é feito.
Seja qual for o problema, este guia irá orientá-lo para melhorar seu processo de design. Começaremos esclarecendo o que é o processo e, em seguida, compartilharemos exemplos detalhados.
A seguir, você encontrará uma descrição detalhada das etapas do processo de design para que possa criar um que funcione melhor para sua empresa. 🙌
O que é o processo de design?
O processo de design é um método criativo que pega problemas ou ideias complexas e as divide em etapas gerenciáveis, trabalhando de trás para frente a partir do resultado desejado. Isso é diferente das abordagens de resolução de problemas, nas quais você considera um problema e cria uma solução. 💪
Em vez disso, o processo de design thinking incentiva a criatividade e a inovação. Ele é adequado para projetos e problemas que não têm uma única solução comprovada. Não é um processo linear. Em vez disso, é uma abordagem iterativa projetada para permitir que você avance e retroceda entre as etapas, conforme necessário.

Também não existe um conjunto específico de etapas que funcione para todos os setores ou todas as situações. O processo é personalizável para dar à sua equipe um melhor controle sobre o processo criativo e capacitá-lo a encontrar as melhores soluções possíveis.
Embora o processo de design thinking seja comum na área da saúde e na indústria, ele é útil em uma ampla gama de setores, desde startups até empresas multinacionais. As empresas o utilizam para entender as necessidades dos usuários, lançar novos produtos e melhorar os produtos existentes.
Qual é o objetivo final do Design Thinking?
O Design Thinking gira em torno do princípio de encontrar soluções centradas no usuário que sejam não apenas eficazes, mas também inovadoras. Em sua essência, o objetivo final do Design Thinking gira em torno de três pilares: desejabilidade, viabilidade e viabilidade.
Desejabilidade
A desejabilidade consiste em garantir que a solução ou produto criado realmente atenda às necessidades e desejos do usuário. Os estágios iniciais do design thinking — empatia e definição — aprofundam-se na compreensão do usuário e de seu problema. É através dessa lente centrada no usuário que uma solução verdadeiramente desejável pode ser identificada. Isso garante que o produto ou solução final seja algo que os usuários não apenas precisam, mas também desejam.
Viabilidade
A viabilidade diz respeito à possibilidade de a solução ser implementada de forma realista, considerando a tecnologia, os recursos e as capacidades atuais. Na fase de concepção, são geradas inúmeras soluções potenciais, mas elas precisam ser técnica e praticamente viáveis para serem concretizadas. A fase de protótipo geralmente ajuda a avaliar a viabilidade dessas ideias, culminando em uma solução realista e exequível.
Viabilidade
Por fim, a viabilidade consiste em garantir que a solução seja sustentável do ponto de vista comercial. A solução final deve levar ao crescimento, à competitividade e impactar positivamente os resultados financeiros. Isso inclui considerações sobre custo, estratégias comerciais, concorrência no mercado e retorno potencial sobre o investimento. A fase de testes do design thinking geralmente revela o potencial de sucesso da solução no mercado, contribuindo para sua viabilidade.
Cinco etapas do Design Thinking
O design thinking oferece uma visão holística do processo de design. Dentro dessa estrutura mais ampla, esse processo é frequentemente dividido em cinco etapas principais:
Etapa 1: Empatia
A empatia está no centro do processo de design. Como ponto de partida, a fase de empatia envolve mergulhar nas experiências dos usuários e no mundo deles. Métodos como entrevistas, pesquisas com clientes ou até mesmo estudos etnográficos podem ser usados para coletar informações e começar a entender as necessidades, os pontos fracos, os desejos e os padrões de comportamento dos usuários.
Etapa 2: Defina
Depois de reunir insights a partir da empatia com os usuários, a próxima etapa no processo de design thinking é definir o problema. É nesse momento que você expõe e articula as necessidades e questões dos usuários de forma clara e convincente. É nessa fase que a declaração do problema a ser resolvido é frequentemente sintetizada.
Etapa 3: Ideação
A fase de concepção é quando você faz um brainstorming de possíveis soluções para o problema definido. O objetivo aqui é gerar o máximo de ideias possível — é uma situação em que a quantidade é mais importante do que a qualidade. Usar métodos como mapas mentais, esboços ou até mesmo dramatizações pode ajudar a incentivar o pensamento divergente e gerar conceitos inovadores.
Etapa 4: Protótipo
Nesta fase, você começa a dar vida às ideias. Um protótipo é uma versão reduzida do produto ou solução que incorpora as ideias geradas na fase anterior. Isso pode variar de um esboço rudimentar ou um modelo tridimensional a uma versão digital mais sofisticada. O objetivo de um protótipo é visualizar uma ideia para que ela possa ser testada e aprimorada.
Etapa 5: Teste
O teste é a etapa final do processo de design thinking. Nessa etapa, os protótipos são apresentados aos usuários reais para obter feedback. Observar como os usuários interagem com os protótipos, ouvir seus comentários e aprender com suas experiências permite um maior refinamento do design. Essa etapa pode levar a novas iterações e revisões, podendo até mesmo levar de volta às etapas anteriores.
Lembre-se de que o processo de design thinking nem sempre é linear. Dependendo do feedback, você pode ter que voltar a etapas anteriores. Por exemplo, o feedback dos usuários pode trazer novas ideias que exigem novas rodadas de concepção, ou a fase de testes pode revelar novos problemas que exigem uma nova fase de empatia. É um processo dinâmico centrado no aprendizado e na melhoria contínuos.
Exemplos úteis de Design Thinking para melhorar seus fluxos de trabalho
Para muitas equipes de design, as preocupações comuns incluem questões relacionadas à carga de trabalho e recursos, desafios de colaboração e processos ineficientes. Adicionar um processo de design thinking personalizado aos seus fluxos de trabalho pode resolver essas questões.
Esse processo será diferente para cada empresa. Em alguns casos, a fase de planejamento do processo exigirá mais trabalho. Em outros, a criação de maquetes ou medições será onde você concentrará a maior parte de seus esforços. 👀

Por exemplo, um processo de design de UX funcionará de trás para frente a partir da experiência do usuário. Seu objetivo será identificar onde os usuários encontram problemas com seus produtos e o que você pode fazer para melhorá-los.
Isso significa que você passará a maior parte do tempo reunindo insights, como fazer pesquisas com usuários para entender personas, e planejando suas soluções potenciais.
Em contrapartida, um escritório de arquitetura dedicará mais tempo às etapas de concepção e construção do processo de design thinking. Eles se concentrarão menos nas necessidades dos usuários e mais na estética, no design de ponta e no cumprimento dos requisitos do código de construção.
Quer uma visão mais aprofundada do processo de design thinking em ação? Continue lendo para ver dois exemplos em que detalhamos como o processo de design thinking funciona para diferentes empresas.
Design thinking no setor bancário: estudo de caso da Capital One
Quando você pensa em design, provavelmente não pensa em bancos. Mas, nos últimos anos, os bancos gastaram milhões de dólares e dedicaram centenas de horas para projetar melhores experiências e produtos para os consumidores.
Um exemplo é a Capital One. Eles surpreenderam o mercado em 2014 quando compraram a empresa de web design Adaptive Path e a empresa de desenvolvimento móvel Monsoon. O objetivo por trás das aquisições era criar uma melhor experiência para o usuário por meio de um aplicativo bancário aprimorado. 💰
A abordagem de design thinking envolveu a coleta de insights dos usuários e a avaliação do estado atual do aplicativo. O que eles descobriram foi que os usuários queriam mais funcionalidades, conexões aprimoradas e acesso mais simples aos serviços.
Em particular, os consumidores jovens queriam mais do banco em termos de facilidade de uso e não ter que visitar agências físicas.
Com uma equipe de design experiente, a Capital One começou a gerar ideias inovadoras e a lançá-las no mercado. Isso incluiu um chatbot que oferecia assistência amigável usando emojis.
Além disso, eles abriram vários cafés em grandes cidades, como São Francisco, para criar um relacionamento com os consumidores.

Outra solução centrada no usuário foi o histórico de transações habilitado para GPS, que permitiu aos usuários ver melhor onde e como gastam seu dinheiro ao fazer o orçamento.
O processo iterativo deles não se limitava aos produtos de consumo propriamente ditos. Eles também investiram pesadamente em design, construindo um Centro de Inovação e fortalecendo sua equipe interna de desenvolvedores e designers por meio do Capital One Lab.
Quando desejam coletar informações sobre os produtos que os usuários querem ou testar novos produtos, eles enviam essas informações para o laboratório de design. Lá, a equipe compartilha storyboards e infográficos com clientes reais para gerar feedback e melhorar as ideias ou ofertas.

Um dos maiores problemas para os bancos era a aquisição de novos clientes. O processo muitas vezes era desmotivador para os clientes em potencial e envolvia muito trabalho para se inscrever. A maioria das ações de divulgação dos bancos tradicionais envolvia o envio de envelopes com dezenas de páginas de informações que precisavam ser preenchidas à mão e enviadas de volta pelo correio.
A Capital One utilizou o design thinking para otimizar esse processo e torná-lo mais fácil de usar. Eles fizeram isso obtendo feedback dos consumidores e, em seguida, criando uma solução SaaS chamada OneView.
Isso ajudou-os a gerenciar seu conteúdo e a criar um pacote digital que permite aos usuários se inscreverem online, sem os incômodos do antigo método de integração.
Design thinking na entrega de refeições: estudo de caso do Uber Eats
Quando se trata de aplicativos de entrega de comida, o processo de design thinking não se limita apenas ao aplicativo. Como demonstra o Uber Eats, o design thinking se aplica a todos os aspectos do negócio.
Isso significa pensar em criar um aplicativo fácil de usar, fornecer produtos que os usuários desejam e construir um relacionamento com a marca que faça com que o cliente se sinta valorizado e compreendido.
Operar em milhares de cidades em todo o mundo significa que a empresa precisa prestar muita atenção aos seus diferentes mercados-alvo. O que os clientes em Bangcoc querem é diferente do que os nova-iorquinos procuram.

Eles não queriam apenas entrar em contato com os clientes por meio dos computadores para saber o que eles queriam. Em vez disso, a equipe criou o Programa Walkabout, no qual os funcionários mergulham nessas cidades.
Dessa forma, eles obtêm insights práticos de moradores locais e membros da comunidade. Eles também podem experimentar o local por conta própria e observar como as pessoas usam seus projetos no mundo real.
No âmbito do programa, os designers visitam uma nova cidade a cada trimestre. Eles analisam aspectos logísticos, como transporte e infraestrutura. Eles se reúnem com parceiros de entrega, clientes e funcionários de restaurantes para entender cada aspecto de suas ofertas e como elas se encaixam no espaço local.
O Uber Eats também coleta insights de consumidores e entregadores por meio de bate-papos informais, nos quais os usuários são incentivados a visitar os escritórios e compartilhar suas experiências.
O acompanhamento de pedidos permite que os designers sigam motoristas, visitem restaurantes e observem os clientes fazendo pedidos.

Com todas essas informações valiosas, a empresa se concentra em iterar rapidamente. Eles criam e começam a testar protótipos e maquetes em restaurantes, casas de clientes e veículos de entrega. Eles realizam testes A/B em todos os recursos de design do aplicativo e fazem experimentos operacionais para testar os recursos antes de lançá-los.
Reuniões regulares sobre inovação, workshops e conferências são programados para manter vivo o espírito do design thinking.
Elas são incorporadas em todos os aspectos do negócio, desde a equipe de design até as operações e a gestão, para gerar e trabalhar com dados de testes de usuários e ideias inovadoras.
Como implementar um processo de Design Thinking
Com esses exemplos em mente, é hora de pensar em como o processo de design thinking se encaixa nos fluxos de trabalho de suas equipes de design. Lembre-se de que o processo de design thinking é uma série de etapas personalizáveis. Ele também não é linear, então você pode alternar entre as etapas conforme necessário.
Dependendo do seu setor e das necessidades da empresa, você pode adicionar etapas extras ou pular algumas. Talvez parte da equipe de design não precise se envolver no início, mas terá um papel fundamental nas etapas posteriores do processo de design. Talvez você precise de mais etapas para pesquisa, construção ou teste do usuário.
Sejam quais forem as necessidades da sua empresa, certifique-se de construir seu processo de design para se adequar a esse modelo para todos os projetos complexos. Em geral, estas são as etapas mais comuns do processo de design. Use-as como ponto de partida para elaborar seu procedimento para atender às metas da equipe.
Planeje

Antes mesmo de pensar em criar possíveis soluções para o seu projeto de design, você precisa identificar o problema e se identificar com o seu público-alvo. Essa etapa consiste em reunir informações e estabelecer as bases para o processo. ✍️
Comece adotando uma abordagem centrada no usuário. Obtenha feedback dos clientes para saber que tipos de produtos eles procuram e quais são os pontos fracos dos seus produtos atuais. Escreva uma descrição do problema para identificar a raiz da questão. Faça perguntas como:
- Quem é afetado pelo problema?
- Qual é o problema?
- Onde está o problema?
- Por que o problema está ocorrendo?
Use um briefing de design para organizar suas ideias e manter essas informações vitais em um espaço de fácil acesso. Crie um roteiro do produto para estabelecer as bases para as tarefas e projetos nos quais a equipe ou os gerentes de projeto trabalharão.
Uma ferramenta de software de gerenciamento de projetos como o ClickUp pode ajudar os criativos a acompanhar as diferentes etapas do processo e atribuir tarefas aos membros relevantes da equipe ao longo do caminho.
Mergulhe nos testes de usuário e de usabilidade para destacar problemas com aplicativos e ver o que os usuários reais estão dizendo sobre seus produtos. Reserve um tempo para identificar as principais partes interessadas e criar silos para atender às necessidades de cada uma delas.
Crie ideias

Depois de ter um plano básico em vigor, é hora de começar a idealizar. Concentre-se no design centrado no ser humano e pense em maneiras de abordar a causa raiz do problema. Agora é hora de ser criativo, pensar fora da caixa e aproveitar técnicas de ideação exclusivas. 💡
Crie um ambiente interativo onde a equipe possa trocar ideias inovadoras sem julgamentos. Incentive a imaginação e deixe a equipe apresentar ideias ousadas, mesmo que elas não sejam viáveis no mundo real.
O objetivo aqui é gerar ideias, não importa o quão não convencionais elas possam ser. Parte do processo é simplesmente ser criativo. Essa ideia maluca pode simplesmente despertar uma abordagem realista ou uma visão única de um membro diferente da equipe, resultando em uma solução promissora que cria mais oportunidades de colaboração.
Maquete
Agora que você tem muitas ideias em mente, é hora de criar maquetes. Essa etapa é a parte em que você cria layouts, faz o design experimental do produto, testa protótipos e mergulha no desenvolvimento do produto (seja ele novo ou já existente).
Agora é a hora de colocar suas soluções criativas no papel. 👨🏽💻
Dependendo do que você estiver trabalhando, a fase de maquete do processo de design pode ser muito diferente. Para uma equipe de design de marketing, talvez você trabalhe com design gráfico e ativos de branding no Photoshop.
Equipes de software podem criar aplicativos ou sites, enquanto empresas de tecnologia da área da saúde podem trabalhar nos esquemas de um produto médico.
Construa

Esta fase do processo de design dá vida às suas criações em um contexto real. Até agora, tudo em que você trabalhou é teórico. Você fez esboços, criou maquetes e gerou ideias.
Agora é hora de construir sua visão do produto final. 🛠️
Dependendo dos recursos, do financiamento e do seu setor, essa etapa pode envolver a definição do escopo do produto final ou a criação de um protótipo em escala reduzida. Nos setores de saúde e manufatura, você provavelmente criará uma versão modelo do seu produto final.
Em vendas e marketing, você pode criar o primeiro rascunho de uma ferramenta ou campanha de branding.
Implemente

Das etapas do processo de design thinking, essa pode ser a mais intimidante. Isso porque é hora dos testes. Agora é quando você descobre o que funciona bem em seu trabalho de design e o que precisa ser corrigido.
Na fase de testes, você procurará falhas no design, coletará feedback dos usuários e obterá opiniões de outras partes interessadas. Algumas empresas podem querer dividir a parte de testes em etapas separadas.
Isso é especialmente verdadeiro se você estiver desenvolvendo soluções complexas que precisam de várias versões antes do lançamento. 💻
Avalie
A etapa final da estrutura do design thinking é medir seus resultados e refletir. Essa etapa consiste em medir os resultados da solução proposta e avaliar o desempenho do próprio processo. 🧪

Aqui, você revisará as decisões de design para ver se avaliou bem as necessidades do usuário final e se o seu design final foi eficaz. Analise as métricas e o feedback dos usuários para ver o que eles acharam do produto final.
Registre essas ideias para futuras oficinas de design thinking.
Agende uma reunião com a equipe para analisar como eles acham que o processo de design ocorreu. Destaque os aspectos que funcionaram bem no processo e discuta as áreas que podem ser melhoradas.
Isso pode incluir coisas como prazos mais curtos ou mais longos, etapas divididas para um trabalho mais detalhado e verificações mais frequentes ao longo do processo.
Otimize o processo de design com o ClickUp

O processo de design é um método iterativo que pode ajudá-lo a criar empatia com os clientes e desenvolver produtos melhores. Desde sessões de ideação até testes e lançamento, o ClickUp pode facilitar seu processo de design.
O recurso de equipe de design do ClickUp permite que você gerencie todo o processo de design em um único espaço conveniente. Use modelos para criar declarações de problemas e planos de projeto ou acesse a visualização do quadro branco para debater soluções durante a fase de concepção.
Crie cronogramas, visualize a capacidade da equipe e atribua tarefas automaticamente aos membros relevantes da equipe.
Inscreva-se hoje mesmo no ClickUp para começar a gerenciar um processo de design melhor. Com notificações personalizáveis, você sempre saberá em que estágio o projeto se encontra e quem está trabalhando em cada tarefa.
Graças a centenas de recursos, você pode personalizar os fluxos de trabalho para que funcionem para sua equipe e seu setor. 🤩

